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Rotulagem de Alimentos: A importância dessas informações para o consumidor
Publicado por buscafrasco 4 de setembro de 2018

O papel da correta rotulagem de alimentos é hoje questão em evidência. Tanto em razão da maior demanda do consumidor por informação, quanto pela legislação vigente. Desde 2003 há no Brasil regulação (RDC ANVISA 360/2003) sobre a comunicação de valores nutricionais obrigatórios. São diretrizes que padronizam e alinham as práticas de rotulagem brasileiras aos padrões internacionais.

Compete, portanto, a todos os produtores e agentes envolvidos entender a importância dessas informações para o consumidor. São detalhes que permitem aos futuros compradores fazer uma escolha correta e segura de produtos. Para tanto se exibem ingredientes e informações calóricas, por exemplo. Além disso, discriminam-se gorduras, carboidratos, fibras e sódio por porção e em relação à necessidade nutricional diária do consumidor. (Veja também o artigo: Tabela Nutricional: Confira as principais normas e como aplicá-las.)

Já em 2015 a ANVISA editou a RDC N° 2. Resolução esta que trata das exigências de rotulagem para alimentos que possam causar alergia. Para evitar os amplos problemas de saúde que resultam do contato com elementos alergênicos estes devem estar destacados no rótulo. Aqui há uma grande variedade de itens que deve ser lembrada. Do trigo, aos ovos, crustáceos, amêndoas, látex natural e muitos outros.

Entende-se assim que a importância das informações na rotulagem de alimentos tem um caráter de segurança para o consumidor. É por isso que mesmo quando não está contido um elemento de risco aos alérgicos, o produtor deve posicionar-se.

Nem sempre é possível garantir que os processos envolvidos na produção e comercialização do produto inibam a contaminação. Casos em que a indústria deve informar que a mercadoria pode conter algum traço de alimento causador de alergias.

A rotulagem de alimentos: aprimoramento e diálogo com o consumidor

Dado a importância inegável representada pelo rótulo alimentar para o consumidor, o aprimoramento do atual modelo é almejado pela ANVISA. Neste sentido a entidade tem recebido apoio da própria indústria que reconhece o valor e os desafios envolvidos na questão. Lembremos que a rotulagem pode ser considerada até mesmo como uma comunicação entre produtores e compradores.

Com isso, as empresas assumem uma função de caráter social que transcende a importância estratégica e de marketing da rotulagem. Em resumo, não basta só se adequar se à demanda crescente do consumidor por informação, mas entregar valor de fato neste diálogo. Uma das propostas para tornar mais clara a comunicação é o uso das chamadas cores de entendimento universal.

Na prática trata-se de associar tons como verde, amarelo e vermelho aos nutrientes presentes – gorduras, açúcares, sódio. Destaca-se através desta padronização e ergonomia visual aquilo que é importante para a decisão de compra e consumo. Exemplo prático de como a rotulagem impacta positivamente na vida do consumidor foi divulgado em 2016 pela FDA – espécie de Anvisa norte-americana.

No estudo aponta-se que em 20 anos o consumo de gordura trans da população americana caiu pela metade. Pode-se imaginar o impacto desta mudança para a saúde dos clientes. Afinal, a gordura em questão está associada ao aumento do colesterol ruim. Com isso, mais uma vez se reitera o papel qualitativo da rotulagem de alimentos.

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